domingo, 8 de novembro de 2015


“There’s the whole world at your feet. And who gets to see it but the birds, the stars, and the chimney sweeps.”




“You know, you can say it backwards, which is docious-ali-expi-istic-fragil-cali-rupus,  but that’s going a bit too far, don’t you think?”

domingo, 31 de outubro de 2010


- Ei! Ei! Acordem!

- AAAAAAAAHH!!!

- Tudo bem! Tudo bem! Oi,Tudo bem!Tudo bem! Sou eu...
- Não faça isso outra vez!! Carnivoros... Uh!
- Será que vocês viram simba?
- Ele estava com você!
- Estava! Mas eu nao o encontro. Onde ele está?
- Hohoho!! Não vão encontrá-lo aqui, hahaha! O rei... regressou!

- Eu nao acredito! Ele voltou!
- Voltou? Que quer dizer? EI!! Que é que está havendo aqui?? Quem é o macaco?
- Simba voltou pra desafiar o Scar!
- Quem?
- Scar!
- Scar é o macaco?


- Não não não não, é o tio dele!
- O macaco é o tio dele?
- Não!! Simba voltou para desafiar o tio e tomar o lugar dele como rei!







- Aaahhhnnn!

sábado, 9 de outubro de 2010



- Ôôonn, enfezadinho do oceano...! Quando a vida descepciona, qual é a solução?
- Não sei qual é a solução!
- Continue a nadar, continue a nadar, continue a nadar! Nadar, nadar! Pra achar a solução? Nadar...nadar!
- Dory, pára de cantar!
- Ooohohooohuu eu amo nadaaaar...
-Dory!
- e quando nadar....
- Doryy! Aí, viu? Agora essa música não vai sair da minha cabeça!!!
- Foi mal!
- Dory, tá vendo alguma coisa?
- AAii alguma coisa me pegou!!!
- Fui eu, desculpe!
- Aaah!Quem tá aí?!
- Quem tá aí!! Quem poderia ser? Sou eu!
- Ah...você é minha consciência?
- É! É! Eu sou sua consciencia, faz um tempinho que a gente nao conversa. Como vai?
- Ah, não dá pra reclamar...
- Ah, que bom! Dory, agora quero que me responda: tá vendo alguma coisa?
- Tô vendo... Tô vendo uma luz...
- Uma luz?
- É, ali ó!
- Ô consciência, eu morri?


Procurando Nemo

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Somente o necessário


- Veja! o que é aquilo?
- Aah...é a aldeia de homens!
- Não, não, digo aquilo...
- Não queira saber disso! Elas só trazem encrencas!
- Espere ai! nunca vi isso antes...
- Pois agora ja viu. Vamos embora!
- Eu ja volto! Quero ver isso de perto!
- Mogli! Venha cá!!
- Aah Balu, deixa ele ver melhor...!


- O meu pai vai pra floresta
E minha mãe vai cozinhar
E eu vou encher o pote
Pra ter agua pra lavar
Pra lavar
Pra lavar
E eu vou encher o pote pra ter agua pra lavar...


- Mas eu vou me casar um dia
E uma filha vou criar
E ela irá encher o pote
Pra que eu possa cozinhar
E ela irá encher o pote
Pra que eu possa cozinhar...


- Ela fez aquilo de propósito!
- É evidente...!

- Mogli! Volte! Volte!
- Va indo! Vá indo!


- ...Foi fisgado!
- Ahn....isso era inevitável, Balu! ele nao podia fugir disso...tinha que acontecer! Mogli esta no lugar dele agora.
- Éé... Você tem razão, mas ainda acho que ele daria um urso formidável... É... vamos indo, Baghera! Vamos voltar para o nosso lugar! E cante comigo!

- Eu uso o necessário, somente o necessário o extraordinario é demais!
Eu digo o necessario, somente o necessário.
Por isso é que essa vida eu vivo em paz!

sábado, 14 de agosto de 2010



- Tobi, ¡eres mi mejor amigo!
- Y tu el mío, Ton.
- Siempre seremos buenos amigos, ¿verdad?
- Sí, ¡siempre!



El zorro y el sabueso

quinta-feira, 12 de agosto de 2010


...eu sei!
...todo mundo está contando com Sebastião...
Ah! Eu estou subindo num rio sem remo! E bem no meio do oceano!
Depois dessa, eu nunca mais vou abrir a minha boca, só pra cumer!!
Ele me mandou ficar de olho nela.
Ela me mandou ficar de olho nele...
...e quem é que vai ficar de olho em mim??




A Pequena Sereia - Trovão, o cavalo marinho selvagem

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Mais chá, dona Marocas?



- Quer mais chá, Dona Marocas?
(- hnmm..Buzz!!)
- Que bom que veio! apesar do convite em cima da hora...
(- Não...)
- Que chapéu lindo, Dona Marocas, ficou muito bem na sua cabeça!!
- (caham caham) Hanna!! Ô Hanna!!
- Mãe? Com licença senhoras, eu volto já. Que é mãe? Mãe, cadê você?
- Buzz, oi! Buzz, você está bem?
- Já era! Já era tudo! Já era tudo! Tchau-tchau! Huhu!! Até mais!!


- O que foi houve com você??
- Um dia você tá defendendo a galáxia inteira, e de repente está aqui, aturando a Maria Antonieta e a irmãzinha dela!! Hihihi
- Hahah...eu acho que você já tomou chá demais por hoje... Vamos embora daqui, Buzz!
- Você não entendeu! Viu o chapéu? Eu sou a Senhora Marocas!!! Haohaohaoha...
- Pára com isso, Buzz!
- Haohaohaoho...
(tapa)
- Ahh... Desculpe, eu... Tem razão, eu fiquei um pouco deprimido, só isso... Eu, eu vou superar... AAI, eu sou uma fraude!!
- Shh! Quieto, Buzz!
- Olha só pra mim! Não posso nem voar pela janela! Mas o chapéu tá bonito!! Diz que o chapéu tá bonito!
O avental é legal, eu não gosto da cor, mas meu chapééu...
- Pela janela... Buzz, você é um gênio!!Vamos, vamos! Por aqui!
- Anos de treinamento jogados fora...


Tot Story

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Tudo aqui é maluco...


- Vamos ver...por onde ir...? Humm...Que caminho que eu vou tomar...?
♪ ♪ ♫
- Ora, quem estaria cantando...
- Perdeu algo?
- Oh, hehe... não, não, isto é, eu estava pensando...
- Está muito bem. Um moementinho...
♪ ♪ ♫
- Segundo verso
♪ ♪ ♫
- Oh...vc é uma gato!
- Mestre gato!
♪ ♪ ♫
- Oh, espere! Não vá, espere!
- Muito bem. terceiro verso...
- Não não, obrigada, mas eu só queria saber que caminho tomar.
- Isso depende...do lugar...aonde quer ir.
- Oh, realmente não importa, desde que eu...
- Então não importa...que caminho...tomar.
♪ ♪ ♫
- Ooh...vaamos ver....Se você quer saber, ele foi por ali.
- Ele quem?
- O coelho branco.
- Foi?
- Foi o quê?
- Foi por ali?
- Quem foi?
- O coelho branco!
- Que coelho?
- Mas, não me disse que...Ah, que coisa!
- Você sabe fazer isto? Eu aqui, se eu eu procurasse o coelho branco, iria ao chapeleiro doido.
- Ele é doido? Não, não quero!!
- Ou então a lebre, naqueeela direção.
- Oh, obrigada, eu então, vou visitá-la.
- Ela também...é maluca.
- Mas eu não quero veeeeer gente maluuuuuca!!!
- Oh, não pode evitar, tudo aqui é maluco. Hahaha. Você...não notou... que eu estou mais lá... do que aqui?
♪ ♪ ♫
- Que coisa... Se todos aqui são assim, é melhor não contrariar.




Alice no Pais das Maravilhas

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Mas é uma pedra....




- Ah..uma semente, uma semente....achei! Finja...finja que é uma semente.
- É uma pedra.
- Tá. Eu sei que é uma pedra, mas vamos só fingir, por um minuto, que é uma semente, tá? Vamos tentar imaginaaar. Olha...olha essa árvore. Tudo o que formou essa árvore enooorme, já estava dentro desta sementinha pe-queniniiiiinha. Ela só precisou de um tempinho, um pouquinho de sol e chuva, e... voilá!
- Essa pedra vai virar uma árvore?
- A semeeente! Tem que colaborar tá? Pode até achar que não pode fazer muita coisa agora. Mas isso é porque ainda não é uma árvore. Só precisa ter paciência. Ainda é uma semente.
- Mas é uma pedra.
- Eu seei que é uma pedra!!! Acha que eu não sei o que é uma pedra quando vejo uma pedra???? Já dei muita volta em pedra!!!!
- hehe, você é uma figura...mas eu gosto.










Vida de inseto

segunda-feira, 31 de maio de 2010

A pequena vendedora de fósforos

Fazia um frio terrível; caia a neve e estava quase escuro; a noite descia - a última noite do ano.
Em meio ao frio e à escuridão uma pobre menininha, de pés no chão e cabeça descoberta, caminhava pelas ruas.
Quando saiu de casa decerto trazia chinelos; mas de que adiantavam?
Eram uns chinelos enormes, e até então sua mãe os havia usado, tão grandes eram.
A menininha os perdera quando escorregara na estrada,
onde duas carruagens passaram terrivelmente depressa, sacolejando.
Um dos chinelos não mais foi encontrado, e um menino se apoderara do outro e fugira correndo.
Pensou poder usá-lo como berço, quando um dia tivesse filhos.
Depois disso a menininha caminhou de pés nus - já vermelhos e roxos de frio.
Dentro de um velho avental carregava alguns fósforos, e um feixinho deles na mão.
Ninguém lhe comprara nenhum naquele dia, e ela não ganhara sequer um níquel.

Tremendo de frio e fome, lá ia quase de rastos a pobre menina, verdadeira imagem da miséria!
Os flocos de neve lhe cobriam os longos cabelos , que lhe caíam sobre o pescoço em lindos cachos; mas agora ela não pensava nisso.
Luzes brilhavam em todas as janelas, e enchia o ar um delicioso cheiro de ganso assado, pois era véspera de Ano-Novo.
Sim: nisso ela pensava!

Numa esquina formada por duas casas, uma das quais avançava mais que a outra, a menininha ficou sentada; levantara os pés, mas sentia um frio ainda maior.
Não ousava voltar para casa sem vender sequer um fósforo e, portanto sem levar um único tostão.
O pai naturalmente a espancaria e, além disso, em casa fazia frio, pois nada tinham como abrigo, exceto um telhado onde o vento assobiava através das frinchas maiores, tapadas com palha e trapos.

Suas mãozinhas estavam duras de frio.
Ah! bem que um fósforo lhe faria bem, se ela pudesse tirar só um do embrulho, riscá-lo na parede e aquecer as mãos à sua luz!
Tirou um: trec! O fósforo lançou faíscas, acendeu-se.
Era uma cálida chama luminosa; parecia uma vela pequenina quando ela o abrigou na mão em concha...
Que luz maravilhosa!
Na realidade parecia à menininha que ela estava sentada diante de um grande fogão polido, com lustrosa base de cobre, assim como a coifa.
Como o fogo ardia! Como era confortável!
Mas a pequenina chama se apagou, o fogão desapareceu, e ficaram-lhe na mão apenas os restos do fósforo queimado.

Riscou um segundo.
Ele ardeu, e quando a sua luz caiu em cheio na parede ela se tornou transparente como um véu de gaze, e a menininha pôde enxergar a sala do outro lado.
Na mesa se estendia uma toalha branca como a neve, e sobre ela havia um brilhante serviço de jantar.
O ganso assado fumegava maravilhosamente, recheado de maçãs e ameixas pretas.
Ainda mais maravilhoso era ver o ganso saltar da travessa e sair bamboleando em sua direção, com a faca e o garfo espetados no peito! Então o fósforo se apagou, deixando à sua frente apenas a parede áspera, úmida e fria.
Acendeu outro fósforo, e se viu sentada debaixo de uma linda árvore de Natal.
Era maior e mais enfeitada do que a árvore que tinha visto pela porta de vidro do
rico negociante. Milhares de velas ardiam nos verdes ramos, e cartões coloridos, iguais aos que se vêem nas papelarias, estavam voltados para ela.
A menininha espichou a mão para os cartões, mas nisso o fósforo apagou-se.
As luzes do Natal subiam mais altas.
Ela as via como se fossem estrelas no céu: uma delas caiu, formando um longo rastilho de fogo.

"Alguém está morrendo", pensou a menininha, pois sua vovozinha, a única pessoa que amara e que agora estava morta, lhe dissera que quando uma estrela cala, uma alma subia para Deus.

Ela riscou outro fósforo na parede; ele se acendeu e, à sua luz, a avozinha da menina apareceu clara e luminosa, muito linda e terna.

- Vovó! - exclamou a criança.
- Oh! leva-me contigo!
Sei que desaparecerás quando o fósforo se apagar!
Dissipar-te-ás, como as cálidas chamas do fogo, a comida fumegante e a grande e maravilhosa árvore de Natal!

E rapidamente acendeu todo o feixe de fósforos, pois queria reter diante da vista sua querida vovó.
E os fósforos brilhavam com tanto fulgor que iluminavam mais que a luz do dia.
Sua avó nunca lhe parecera grande e tão bela.
Tornou a menininha nos braços, e ambas voaram em luminosidade e alegria acima da terra, subindo cada
vez mais alto para onde não havia frio nem fome nem preocupações - subindo para Deus.

Mas na esquina das duas casas, encostada na parede, ficou sentada a pobre menininha de rosadas faces e boca sorridente, que a morte enregelara na derradeira noite do ano velho.
O sol do novo ano se levantou sobre um pequeno cadáver.
A criança lá ficou, inteiriçada, um feixe inteiro de fósforos queimados.

- Queria aquecer-se - diziam os passantes.

E ninguém imaginava como era belo o que estavam vendo, nem a glória para ondeela se fora com a avó, no dia do Ano Novo.


Hans Christian Andersen